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Publicações

  • Revista Movimento Cultural

    imagem Movimento Cultural - Dezembro 2014

    Quase um quarto de século depois e no ano em que se comemoram os 40 anos do 25 de Abril, a Região de Setúbal recebe um novo número da revista Movimento Cultural. Um reaparecimento, que comemora Abril, que constitui uma afirmação das autarquias da região de Setúbal e da sua preocupação constante em criar um contexto favorável à criação e difusão da cultura dos que aqui nasceram, vivem e trabalham.

    (disponível online brevemente)

     
    Movimento Cultural Ano I - nº 1 - abril 1985

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    Movimento Cultural Ano II - nº 2 - janeiro 1986

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    Movimento Cultural Ano II - nº 3 - dezembro 1986

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    Movimento Cultural Ano III - nº 4 - fevereiro 1988

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    Movimento Cultural Ano III - nº 5 - dezembro 1988

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    Movimento Cultural Ano IV - nº 6 - setembro 1989

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    Movimento Cultural Ano VII - nº 7 - junho 1991

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  • "Equipamentos Culturais - Região de Setúbal"

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    "Equipamentos Culturais - Região de Setúbal", um livro que tem o objectivo de divulgar e promover os diversos equipamentos destinados à produção e fruição das mais variadas expressões artísticas e culturais presentes na Região de Setúbal.
    Junho 2014 (disponível online brevemente)

  • “Gruta do Frade, O Inimaginável Mundo dos Minerais”

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    O livro “Gruta do Frade, O Inimaginável Mundo dos Minerais”, resultado de uma parceria com o NECA – Núcleo de Espeleologia da Costa Azul, descreve e ilustra uma das magníficas joias da Arrábida e insere-se no trabalho que tem sido desenvolvido de identificação, caracterização e valorização dos valores patrimoniais da Arrábida.

    Novembro de 2014. (Não disponível online)

  • «Pintar a Paz - O Projecto Kid's Guernica na Região de Setúbal»
    (2006), Mota, Arlindo; AMRS;

    Tal como se veio comprovar, trata-se de uma daquelas ideias que, quando devidamente preparadas e desenvolvidas, rapidamente se revelam mais fecundas do que seria legítimo esperar: emerge da sua realização um constante apelo a valores de partilha, solidariedade, tolerância, respeito mútuo, fraternidade, paz. É desse extraordinário evento pedagógico e cívico, que envolveu, durante cerca de quatro meses, mais de 500 alunos, de onze escolas da Região de Setúbal e que finalizou com a elaboração conjunta de um painel maravilhoso ampliado para o formato, eminentemente simbólico, da emblemática tela de Picasso, que trata este livro.

  • «Governo Electrónico - A Experiência Municipal do Canadá»
    (2005), LENIHAN, Donald e HANNA, Abla,Setúbal, AMDS, Biblioteca CRAUT.

    “Na prossecução dos seus objectivos, a Biblioteca CRAUT publica o seu quarto volume, dedicado às questões que se prendem com o impacto das Novas Tecnologias na governação dos entes locais. Mais especificamente, este estudo tem como objectivo aprofundar o conhecimento do Governo Electrónico a nível municipal, incidindo no Canadá, através da experiência conduzida pelo Centre for Collaborati ve Government, uma organização de interesse público, que generosamente nos cedeu os direitos da versão portuguesa desta publicação. A edição de “Governo Electrónico: A experiência municipal do Canadá” ocorre num momento em que se desenvolvem na Região de Setúbal importantes projectos neste domínio (designadamente o Projecto Setúbal - Península Digital), coordenado pela AMDS e que engloba sete municípios), bem como por todo o país, co-financiados pelo POSI (“Programa Operacional para a Sociedade da Informação”). Neles se depositam as maiores esperanças para um desejável e necessário salto qualitativo em direcção à Sociedade da Informação.
    Neste quadro, a divulgação da experiência municipal canadiana, mesmo ressalvando o facto de se tratar de um dos países tecnologicamente mais desenvolvidos do Mundo, consideravelmente distante da realidade portuguesa, perece-nos de uma utilidade inequívoca, a fim de ajudar a evitar passos reconhecidamente inúteis e dispendiosos e explorar as vias que permitam retirar das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação os maiores dividendos, em favor de uma melhor eficácia da gestão e a participação activa dos cidadãos na coisa pública.
    Neste contexto, pareceu-nos útil juntarmos àquele estudo de natureza, estritamente, local, dois outros, inseridos igualmente no projecto Crossing Boundaries / Atravessar as Fronteiras, mas de âmbito mais geral: Descobrir a nossa Via Digital: o Governo na Era da Informação e Recomendações aos Eleitos. A sua leitura atenta poderá ajudar-nos a potenciar os nossos recursos (reconhecidamente escassos), seguindo as “boas práticas”. (Carlos de Sousa, Presidente do C.A da AMDS, in Nota Prévia de Governo
    Electrónico: A experiência municipal do Canadá)

  • «AMDS – 20 Anos. Caminhos do Poder Local Democrático»
    (2003), Obra Colectiva dos Trabalhadores da AMDS, Setúbal, AMDS.

    Ao longo deste 20 anos, este Poder Municipal Associado (AMDS), criado sob uma conjuntura específica, tem dado provas da sua vitalidade e organização, patentes nas diversas ações, projetos e planos, em diversos domínios, do ambiente às novas tecnologias da informação e comunicação, do planeamento à modernização administrativa... que têm claramente beneficiado os Municípios, em geral, e as populações, em particular. É toda esta panóplia de atividades que queremos refletir nas páginas do «AMDS – 20 Anos . Caminhos do Poder Local Democrático»

  • «Temas Actuais de Gestão Autárquica»
    (2003), MOTA, Arlindo (coord.), Setúbal, AMDS, Biblioteca CRAUT.

    “O livro que ora se publica, recolhe alguns dos temas que foram abordados nos seminários que, ao longo dos quatro anos, desde a sua criação, se foram realizando na prossecução dos objectivos estabelecidos pelo CRAUT – Clube de Reflexão Autárquica para a permanente actualização dos eleitos locais. Não é, nem podia ser, exaustivo: algumas sessões obedeciam a objectivos pragmáticos, em resposta a desafios imediatos colocados, quer pela reformulação de fundos estruturais da União Europeia, como foi o caso da Agenda 2000, quer pela publicação de legislação nacional com incidência profunda na vida dos municípios, como foi o caso da legislação que instituiu o POCAL, ou, mais recentemente, a alteração das leis que regulam a produção do solo urbano. Noutros casos, os autores estribaram mais as suas intervenções no profundo conhecimento que tinham dos dossiers, alguns deles já consagrados como verdadeiros “study-cases” de gestão pública internacional, para estimular o debate, do que na ancoragem de um texto escrito destinado a publicação.
    Num momento em que o CRAUT vai encetar um novo ciclo de vida, atento às constantes mutações que se vêm registando com profundas incidências no mundo local, este livro permite, não apenas vislumbrar um percurso, mas, igualmente, pôr à disposição de um público mais vasto um conjunto de intervenções que, na sua diversidade, têm um ponto comum: constituem um contributo idóneo para quem, nas autarquias, visa promover a reflexão sobre as inovações que se vão produzindo na governação dos entes locais.
    A finalizar, um agradecimento a todos quantos puseram de pé ou contribuíram com a sua valiosa participação para dar corpo a esta iniciativa original: de Toni Puig e Joan Camprecios, de Barcelona, a João de Paula Monteiro, de Fortaleza, Raul Pont, de Porto Alegre, passando pelos professores Albino Lopes, João Caupers, Saldanha Sanches, Jorge Carvalho, Jorge Silva, entre outros, que ao longo destes anos generosamente contribuíram para a afirmação do CRAUT, enquanto espaço de debate e valorização do mundo local”. (Carlos de Sousa, Presidente do C.A da AMDS, in Nota Prévia de Temas
    Actuais da Gestão Autárquica)

  • «A Ética nos Serviços Públicos – Questões práticas e actuais»
    (2001), OCDE, Setúbal, AMDS, Biblioteca CRAUT.

    “Na última década, um pouco por toda a Europa, têm vindo a produzir-se reformas da gestão pública, conjunto de medidas no âmbito da modernização administrativa que visam compatibilizar o funcionamento das instituições públicas a realidades que se inserem, cada vez mais, na lógica da globalização da economia e do incremento da Sociedade de Informação. Busca-se a eficácia e a eficiência; procura-se aliviar a carga burocrática; competir na rapidez da decisão com o sector privado; tudo isto, e concomitantemente, sem perder os objectivos que se traduzem na Missão que o Estado prossegue e no reforço dos direitos de Cidadania. Mas é preciso estar de sobreaviso, adverte este estudo que a OCDE entendeu dar à estampa, perante alguns sinais preocupantes de registo de “desvios”, traduzido num aumento de condutas socialmente censuráveis ou contrárias à ética. Não se trata aqui apenas de mais uma deriva axiológica, mas de garantir procedimentos que facilitem o evitar de conflitos de interesses e o estabelecimento de princípios directores quanto ao modo de agir.
    A oportunidade deste livro, que a AMDS tem a honra de editar mantém-se actual; tudo o que puder ser feito em defesa da honorabilidade do sector público, tornando-o mais ágil, e eficaz, mas também mais transparente, apenas dignifica o estado democrático e a sedimentação da cidadania em Portugal”. (Carlos de Sousa, Presidente do C.A da AMDS, in Nota Prévia de A Ética noServiço Público)

  • «Actas - V Encontro do Livro e da Leitura Pública – As Bibliotecas Públicas e a Sociedade da Informação»
    (2000), Setúbal, AMDS.

    Na escassa bibliografia sobre leitura pública, existente em Portugal, a AMDS, com este volume, que condensa o conjunto de intervenções e reflexões que haviam tido lugar por ocasião da realização do V Encontro de Leitura Pública do Distrito de Setúbal, voltou a prestar um inestimável serviço aos leitores interessados nesta temática: entre outros, autarcas, técnicos e estudantes.
    O tema central escolhido «As Bibliotecas Públicas e a Sociedade da Informação» teve presente, como se sublinha na respetiva nota prévia, não apenas uma realidade das próprias bibliotecas, que tinham posto em funcionamento novos serviços, sobretudo ligados à instalação das tecnologias, como aos novos desafios que se colocavam à sociedade: “(...) a biblioteca pública, para continuar fiel aos propósitos iniciais de democratização do saber e da cultura tem de fazer face, não só à necessidade de alfabetização literária tradicional, como aos obstáculos suscitados pela utilização intensiva pela sociedade de sistemas informáticos e tecnologias da informação”. À semelhança do que vinha acontecendo, também o V Encontro de Leitura Pública do Distrito de Setúbal, subordinado ao tema «As Bibliotecas Públicas e a Sociedade de Informação», foi editado em Livro de Actas. Compilaram-se, assim, as dezenas de comunicações produzidas por um vasto leque de investigadores, que se haviam pronunciado sobre os novos desafios das Bibliotecas Públicas, resultantes da utilização em massa das novos sistemas informáticos e tecnologias de informação. (in Livro de Actas, AMDS, 2000)

  • «Actas, Seminário Internacional de Modernização Administrativa e da Gestão Autárquica»
    (1999), Setúbal, AMDS.

    No início da década de 90, os municípios do Distrito de Setúbal tomaram uma decisão estratégica. Através da sua associação, a AMDS, deram corpo ao PROMAAS – Programa para a Modernização Administrativa das Autarquias de Setúbal, cuja implementação se iniciou em 1993 e se desenvolveu sobretudo a partir de 1995. O PROMAAS apresentou-se como um programa inovador e pioneiro, e teve um efeito propulsor decisivo no plano nacional, estimulando o Governo português a alargar aos municípios o acesso a apoios financeiros no âmbito dos Protocolos de Modernização Administrativa. A este programa a AMDS associou um outro, complementar, de formação, FORMAAS.

  • «Manual para a Produção dos Serviços Municipais»
    (1999), PUIG, Toni, Setúbal, AMDS, Biblioteca CRAUT.

    A Construção dos serviços para a qualidade de vida a partir das necessidades dos cidadãos ou como usar o marketing nos municípios “Marketing dos Serviços Públicos, de Toni Puig, é o primeiro volume da Biblioteca CRAUT. Não é por acaso: não porque concordemos por inteiro com as teses que defende, mas o autor tem o mérito comprovado de suscitar o debate, de não perfilhar fórmulas, de alcançar resultados. Toni Puig foi também o primeiro convidado dos Seminários do Clube de Reflexão Autárquica. Que as suas teses concitem nos leitores o mesmo entusiasmo e adesão crítica que então nos suscitou a nós e nos participantes.
    Ao autor, o nosso muito obrigado pelas estimulantes reflexões que connosco partilhou e pela generosidade que permitiu a presente edição portuguesa” (Carlos de Sousa, Presidente do C.A da AMDS, in Nota Prévia de Marketing os Serviços Públicos).

  • «Actas - III Fórum Regional de Setúbal»
    (1997), Setúbal, AMDS.

    Em 1997, Palmela foi o local escolhido para a realização do III Fórum Regional, cujo tema central foi «Desenvolvimento, Poder Local e Poder Regional», sob dois painéis: «Desenvolvimento e Participação dos Cidadãos» e «Emprego e Qualidade de Vida». À semelhança do que tinha acontecido na segunda edição, foi também produzido o Livro Branco do III Fórum, com as conclusões do mesmo.

  • «Actas - IV Encontro do Livro e da Leitura Pública – As Tecnologias de Informação nas Bibliotecas Públicas»
    (1997), Setúbal, AMDS.

    Na sequência do IV Encontro de Leitura Pública do Distrito de Setúbal, a AMDS publicou o Livro de Actas, com uma tiragem de mil exemplares, cuja nota prévia, da autoria de Alfredo Monteiro, na altura membro do Conselho de Administração da AMDS. Recorde-se aqui excerto, que pode ajuda a resumir as conclusões deste mesmo
    Encontro: ”(...) Assistiremos, em tempos mais próximos, como sugeriu um dos nossos convidados, à substituição das tradicionais bibliotecas por bibliotecas electrónicas ou ‘webibliotecas’, e com esta substituição dos livros como forma predominante de apresentação da informação e conhecimento por livros electrónicos (‘malhas de informação multimédia interligada’), desaparecerá a função da biblioteca como repositório de informação, já que cada autor pode disponibilizar a sua informação via digital? As bibliotecas, enfim, tal como as conhecemos, deixarão de fazer sentido? Independentemente das transformações que as TI (Tecnologias de Informação) irão aplicar a médio prazo, a função social das bibliotecas num contexto de leitura pública, de assegurar o acesso à biblioteca virtual sem constrangimentos de ordem económica ou técnica, tenderá inclusive, a reforçar-se. Os custos dos equipamentos, de acesso à rede e das comunicações, são barreiras consideráveis, bem como o da falta de competência técnica dos utilizadores, sob pena de, a par da tradicional iliteracia a sociedade vir a comportar novos excluídos, desta vez por falta de formação no domínio das novas linguagens.” (in Livro de Actas, AMDS, 1997)

  • «Viagem ao Sul do Tejo»
    (1991), CABRITA, Augusto, Setúbal, AMDS.

    Tratou-se, nas palavras de Eufrázio Filipe registadas na nota de abertura, de “uma peregrinação (fotográfica) por terras e lugares a Sul do Tejo, Mestre Cabrita propõe
    nos um itinerário em que somos desafiados a procurar um sopro de música em cada imagem, a marcar as sílabas de cada instante, somos desafiados a saber olhar!” (in CABRITA, Augusto, «Viagem a Sul do Tejo», AMDS, 1991). Acrescentando que “ele é, na perfeita simbiose das imagens e das palavras, uma récita apaixonada dos feitos e das suas gentes e da incomparável beleza de uma paisagem em rápida mutação e que temos o dever de preservar”. (in CABRITA, Augusto, «Viagem a Sul do Tejo», AMDS, 1991) Verdadeiro “Livro de Horas” para o autor, que por ele nutria especial ternura, foi uma das suas últimas publicações, e, sem sombra de dúvida, aquela a que dedicou grande parte dos seus derradeiros tempos de vida.

  • «As Novas Profissões»
    (1989), APARO, Andrea e MOTA, Arlindo, Setúbal, AMDS.

    A cerca de uma década do ano 2000, numa altura em que se perspetivavam grandes mudanças estruturais no Distrito, também decorrentes da implementação prática do PIDDS, entretanto concluído, a AMDS, ciente de que os desafios do futuro têm que ser preparados no presente, decidiu editar uma versão portuguesa dirigida por Guilherme
    Arroz (investigador do INESC) e Arlindo Mota, da AMDS, do «Guia das Profissões do Futuro» (Guida Alle Professioni del Futuro), da autoria do italiano Andrea Aparo, complementada por uma ampla e inédita base de dados reportada à realidade nacional.
    O estudo, elaborado por diversos especialistas, no âmbito do Instituto Público de Investigação e Desenvolvimento (ENEA), onde o autor era diretor de «sistemas informativos», apresentava, de uma forma exemplar e ao mesmo tempo compreensível para o grande público, uma antevisão das alterações da tipologia do mercado de emprego e das profissões para os próximos anos, em resultado da introdução massiva das Novas Tecnologias no mundo do trabalho. “No limiar do ano 2000 – a fazer fé nas previsões de alguns especialistas – haverá 70 % de profissões que por ora não se conhecem ou apenas se vislumbram. Os jovens de hoje terão nessa altura entre 30 a 40 anos. Muitos deles deterão, decerto, grandes responsabilidades na condução dos destinos da sociedade e na formação dos que então serão jovens. É a eles, afinal, que este livro se destina”. (in «Guia das Profissões do Futuro», prefácio, AMDS, 1989)

  • «Bibliografia Geral do Distrito de Setúbal»
    (1988).

    Constituiu mais um exemplo do alcance da cooperação intermunicipal e do papel. Com efeito, a sua elaboração resultou de um profícuo trabalho de pesquisa, coordenado pela AMDS e apenas possível graças ao apoio das Autarquias associadas, designadamente, por intermédio das bibliotecas municipais de Alcácer, Almada, Barreiro, Montijo, Seixal, Setúbal e Sines.
    Ao promover esta edição, a AMDS pretendeu inventariar e divulgar um rico e diversificado património de saberes, experiências e perspetivas sobre o Distrito de Setúbal, registados pela escrita em livros, jornais e revistas, tendo em vista a adoção de políticas, visando o progresso cultural e material das populações, deve pressupor um conhecimento tanto quanto possível exato da realidade, sem o que facilmente advirão consequências úteis da sua aplicação.
    Após a edição do volume dedicado às bibliotecas e arquivos municipais do Distrito de Setúbal, a AMDS prosseguiu os objetivos traçados através de um inquérito destinado a apurar o número de bibliotecas e arquivos públicos (não municipais) e particulares concelhios, com uma breve notícia acerca da natureza dos respetivos fundos, bem como, sempre que possível, o estado das suas instalações e tipo de serviços que prestavam. O Roteiro (editado em 1987) ordenado alfabeticamente por concelhos, apresenta uma classificação das bibliotecas e arquivos que corresponde, basicamente, à tipologia dominante no Distrito: Associações e Coletividades, Empresas, Escolas e Organismos Oficiais.

  • «Bibliotecas e Arquivos Públicos e Particulares do Distrito de Setúbal»
    (1987), Setúbal, AMDS.

    Um livro que inventaria o número das Bibliotecas e Arquivos Públicos e Particulares concelhios, com excepção dos municipais, que haviam já sido objecto de uma descrição conjunta em publicação anterior. Inclui uma breve notícia acerca da natureza dos respectivos fundos, bem como o estado das suas instalações e tipo de serviços que prestam. O roteiro, ordenado alfabeticamente por concelhos, apresenta uma classificação das Bibliotecas e Arquivos que corresponde, basicamente, à tipologia dominante do Distrito: Associações e Colectividades, Empresas, Escolas e Organizações
    Oficiais. Deste modo, a AMDS, em cooperação com as Autarquias associadas, prosseguiu o seu objectivo de proceder ao levantamento e inventários do património cultural da Região de que os espólios bibliográficos e arquivísticos constituem parte essencial.

  • «Património Natural do Distrito de Setúbal (pré-inventário)»
    (1987), MARQUES, Luís e ROSÁRIO, Lúcio, Setúbal, AMDS.

    O livro pretende dar a conhecer, para melhor ajudar a preservar e valorizar, o valioso e vasto património natural da Região de Setúbal. Dessa diretriz, resultou este inventário, onde é possível entrever as extraordinárias riquezas naturais do Distrito: as suas zonas húmidas incluídas nas áreas das Reservas Naturais do Estuário do Tejo e do Sado; a extensa faixa costeira com o seu coberto vegetal, de tipo mediterrânico, que atinge a sua plenitude no Parque Natural da Arrábida, a costa rochosa; os sistemas marinhos ou os montados de sobro e de azinho das zonas interiores, entre outros.

  • «Roteiro dos Museus do Distrito de Setúbal»
    (1984), MARQUES, Luíse PEREIRA, Arnaldo (coords.), Setúbal, AMDS.

    Esta publicação, lançada em 1985, teve como objetivo divulgar de uma forma sucinta, não apenas ao público em geral, mas também aos estudiosos e especialistas, o acervo museológico de todos os museus autárquicos existentes ou em vias de criação. A conceção museológica prevalecente no Distrito era a de uma instituição imprescindível à formação cultural e científica do grande público, sendo uma das principais finalidades quanto à sua dinamização, o permitir que um número elevado de pessoas alcançasse uma compreensão mais profunda da história, do homem e da natureza. No Distrito existiam então oito museus distribuídos pelos concelhos de Alcácer do Sal, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra, Sines e Setúbal, estando a ultimar-se os de Alcochete, Almada e Barreiro.