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AMRS assinala Dia da Criança com divulgação de Manifesto pelo Direito a Brincar

Dia mundial da crianca 1 1 710 2500
2021/06/01

A Associação de Municípios da Região de Setúbal e os seus municípios associados (Municípios de Alcácer do Sal, de Alcochete, de Almada, do Barreiro, da Moita, do Montijo, de Palmela, de Santiago do Cacém, do Seixal, de Sesimbra e de Setúbal), estão conscientes da necessidade de proporcionar uma proteção especial às crianças, tal como adotado na Convenção Internacional dos Direitos da Criança. Assim, decidiram desenvolver um conjunto de ações com vista à valorização do seu desenvolvimento integral, que se pretende pleno e harmonioso, num ambiente de felicidade, amor e compreensão.

A AMRS assinala o Dia da Criança como momento de reflexão e afirmação dos direitos da criança, ampliando-os para todos os dias, fazendo deste dia um dia de sensibilização para a importância do respeito e da concretização dos direitos da criança e divulgando o Manifesto pelo Direito a Brincar, aprovado no Encontro “O Tempo de Brincar é o Tempo de Crescer”, realizado no passado dia 21 de maio, no Fórum José Manuel Figueiredo, que junto se anexa e para o qual se solicita divulgação.

A organização da sociedade impõe ritmos de trabalho acelerados e desregulados, dificulta a conciliação da vida profissional, pessoal e familiar, não garantindo de forma adequada os direitos de parentalidade, que conduzem a um acompanhamento institucionalizado da criança durante várias horas do dia, perdendo-se o espaço e o tempo do brincar livremente, fundamental ao desenvolvimento da autonomia e de um conjunto de competências motoras, sociais, cognitivas, emocionais e neuronais, que lhe permite ser feliz e preparada para a vida. “O brincar possibilita à criança uma ancoragem e segurança física e psicológica, essenciais para a sua construção coletiva enquanto pessoa, ser e cidadão.”

A pandemia COVID-19 veio acentuar sobre toda a sociedade, mas especialmente sobre as crianças, condicionantes espaciais, sociais e afetivas, criando um isolamento e um distanciamento físico, que tem consequências diversas, nomeadamente, na saúde mental e física, consequentemente no seu bem-estar e qualidade de vida.

É urgente criar condições para que as crianças recuperem o tempo de brincar, a par das aprendizagens curriculares, garantindo que a brincadeira é um assunto muito sério na vida quotidiana, sobretudo em tempos de isolamento e distanciamento social, assim a AMRS desenvolve quotidianamente dois projetos nos seus espaços que, considera serem um contributo para estas condições, trata-se do serviço educativo do Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal e a Quinta Pedagógica de São Paulo.

 

Consulte aqui o Manifesto pelo Direito a Brincar.