Comissão Executiva do PEDEPES aprova Relatório Final
A Comissão Executiva do PEDEPES - Plano Estratégico da Região de Setúbal, composta pela Associação do Comércio, Indústria, Serviços e Turismo do Distrito de Setúbal; AISET – Associação da Indústria da Península de Setúbal; Cáritas Diocesana de Setúbal; Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal; CPPME - Confederação Portuguesa de Pequenas e Médias Empresas; Delegação Distrital de Setúbal da ANAFRE; Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa; Federação Distrital de Setúbal de Reformados, Pensionistas e Idosos – MURPI; Instituto Politécnico de Setúbal; Mútua dos Pescadores; UGT - União Geral de Trabalhadores; União de Sindicatos de Setúbal e União Distrital de Setúbal das Instituições Particulares de Solidariedade Social, reuniram hoje, dia 19 de junho, para proceder à aprovação do Relatório Final do PEDEPES. Esta aprovação conclui uma etapa particularmente relevante deste processo, cuja apresentação pública terá lugar no próximo mês de setembro.
O Relatório agora aprovado resulta de um trabalho amplamente participado, que integrou os contributos de entidades públicas e privadas, especialistas, parceiros institucionais e representantes da sociedade civil, refletindo uma abordagem assente no diálogo, na cooperação e na construção de consensos.
O Plano Estratégico da Região de Setúbal pretende atualizar o processo de reflexão iniciado em 2004 através do PEDEPES, alargando agora o âmbito territorial da Península de Setúbal ao Alentejo Litoral, e definindo a visão, a estratégia e o plano de ação que orientarão os agentes do território ao longo da próxima década. O documento inclui um diagnóstico atual e prospetivo da região, bem como a identificação das prioridades e orientações estratégicas para o seu desenvolvimento futuro.
Com este instrumento estratégico, a Região de Setúbal está perante uma oportunidade decisiva. Tem território, recursos, localização, identidade e capacidade humana para assumir um papel ainda mais relevante em Portugal. O futuro da região dependerá da capacidade de unir investimento, sustentabilidade e coesão social numa visão comum: fazer da Região de Setúbal um lugar onde o desenvolvimento não deixe ninguém para trás e onde a qualidade de vida seja, verdadeiramente, o centro de todas as decisões.

