Candidatura da Arrábida a Património Mundial foi entregue na UNESCO em Paris.
Esta Candidatura tem representado a afirmação de um projecto, de uma visão estratégica de desenvolvimento regional, que aposta na valorização do património natural e cultural da região, no envolvimento das populações e das mais diversas entidades, numa perspectiva de efectivação e aprofundamento da democracia participativa.
A candidatura ganhou corpo e dinâmica própria, promoveu o debate, a reflexão e a partilha de ideias entre centenas de entidades e instituições; firmou uma colaboração activa através da assinatura de protocolos com diversas entidades, juntou pessoas e individualidades, das artes, do desporto, da cultura, da ciência, da política, todos em torno do objectivo comum de classificar a Arrábida como Património Mundial.
Um processo que exigiu um grande envolvimento e disponibilidade de todos, que tem sido particularmente exigente para toda a estrutura da AMRS, técnicos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), e das Câmaras Municipais de Sesimbra, Setúbal e Palmela.
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