Novos eleitos nos órgãos da AMRS
O Centro de Formação da AMRS, na Quinta de São Paulo recebeu uma AI cujo objectivo foi a eleição dos novos elementos para os órgãos executivo e deliberativo da AMRS, Conselho Directivo (CD) e mesa da AI, respectivamente, bem como a aprovação do regimento deste último.
O CD, por proposta da presidente da Câmara Municipal de Palmela, Ana Teresa Vicente, aposta na continuidade do presidente da Câmara Municipal do Seixal, Alfredo Monteiro no mesmo cargo; como vogais permanecem os vereadores da Câmara Municipal da Moita, Rui Garcia e da Câmara Municipal de Setúbal, André Martins; estreiam-se, neste mandato, os vereadores das Câmaras Municipais de Palmela, Adilo Costa e de Santiago do Cacém, José Rosado.
Também por proposta da edil palmelense, o presidente da Câmara Municipal de Alcochete, Luís Franco permanece como presidente da mesa da AI, agora acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora e pela vereadora da Câmara Municipal de Almada, Amélia Pardal.
Ambas as propostas foram aprovadas por uma larga maioria de 14 votos e um branco. Também o regimento da AI recebeu o consenso dos eleitos municipais presentes.
“Cooperação” é palavra-chave para os próximos quatro anos
Depois da reeleição, o presidente do CD da AMRS pediu a palavra afirmando-se “honrado com a confiança demonstrada” pelos seus pares, acentuando que existe “um consenso por parte de todos os municípios. Há um espírito de trabalho conjunto, de cooperação, com o objectivo de termos uma associação mais forte, mesmo no que diz respeito ao partido socialista”, assentiu. Reforçando que “é com orgulho que assumo este mandato” e que “o caminho que vamos continuar a seguir é este, o da cooperação, o do trabalho em parceria, especialmente neste momento com todas as dificuldades que enfrentamos.” Referindo que, neste quadro, as autarquias necessitam de “mais autonomia, mais capacidade, no sentido de poderem responder às necessidades das populações, uma vez que se substituem muitas vezes ao Poder Central, veja-se o caso da acção social”, adiantou o edil. Acrescentando também que as autarquias acabam por praticar “o milagre da multiplicação” já que, com transferências na ordem dos 11 por cento, conseguem desenvolver imenso trabalho, curiosamente diz “é o Poder Central que tem maior índice de endividamento”.
No que diz respeito ao trabalho do CD, Alfredo Monteiro afirmou que “ a equipa da AMRS tem um projecto para a Região, uma visão conjunta, que pretende afirmar e concretizar”.

