Península de Setúbal em defesa do Serviço Nacional de Saúde.
2014/06/03
Realizou-se no passado dia 2 de Junho, nos Paços do Concelho de Setúbal, uma reunião onde estiveram presentes os Presidentes de Câmara e Vereadores com responsabilidade na área da Saúde, da Península de Setúbal.
Os presentes analisaram a publicação da Portaria nº 82/2014, de 10 de abril, sobre a reorganização da rede hospitalar pública e decidiram, nomeadamente:
- Recusar todo este processo que se considera que objetivamente levará à destruição dos Serviços Públicos de Saúde.
- Exigir a imediata revogação da Portaria 82/2014, de 10 de Abril, que pretende definir as linhas gerais de uma suposta reorganização da Rede Hospitalar.
- Reivindicar a participação das autarquias em todos os processos ou decisões que digam respeito à organização e funcionamento dos Serviços de Saúde da Península de Setúbal.
- Solicitar uma audiência com o Sr. Ministro da Saúde.
- Convocar uma concentração junto ao Ministério da Saúde, no dia 27 de Junho, pelas 10h30 em defesa do SNS e da manutenção das valências que se entende serem essenciais para as populações abrangidas.
- Manifestar a sua intenção de recorrer às instâncias internacionais competentes para que seja respeitado o princípio de um direito fundamental dos cidadãos como o direito à saúde, consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Ver aqui tomada de posição…
- Recusar todo este processo que se considera que objetivamente levará à destruição dos Serviços Públicos de Saúde.
- Exigir a imediata revogação da Portaria 82/2014, de 10 de Abril, que pretende definir as linhas gerais de uma suposta reorganização da Rede Hospitalar.
- Reivindicar a participação das autarquias em todos os processos ou decisões que digam respeito à organização e funcionamento dos Serviços de Saúde da Península de Setúbal.
- Solicitar uma audiência com o Sr. Ministro da Saúde.
- Convocar uma concentração junto ao Ministério da Saúde, no dia 27 de Junho, pelas 10h30 em defesa do SNS e da manutenção das valências que se entende serem essenciais para as populações abrangidas.
- Manifestar a sua intenção de recorrer às instâncias internacionais competentes para que seja respeitado o princípio de um direito fundamental dos cidadãos como o direito à saúde, consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Ver aqui tomada de posição…

